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Um homem sentado e uma mulher em pé olham juntos a tela de um notebook sobre uma mesa de madeira em casa; à frente, uma folha impressa com um diagrama de círculos ligados a um centro

DECISÃO · O QUE A RECUSA CUSTA

Plano com coparticipação vale a pena

Antes de calcular quanto você usa o plano, veja quanto cada recusa tira da lista: dizer não à coparticipação tira 196 operadoras, e dizer não ao plano sem ela tira 28.

Veja por que não é um botão do mesmo plano, o que cada recusa custa em operadora e a conta em cada forma de contratar. Assim você não descarta, sem ver, a operadora que atende a sua cidade.

  • 12 nomes de plano, de 22.994, existem nas duas formas
  • 196 operadoras não têm nenhum plano sem cobrança por uso
  • No plano individual, 133 das 313 só vendem com cobrança

Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS, conforme a Lei 9.656/1998.

a oferta responde antes da conta de frequência de uso. De nada adianta concluir que a cobrança por uso não compensa no seu caso se, na sua cidade, a maior parte das operadoras não registra plano de outro jeito.

  • Unimed
  • Amil
  • Bradesco Saúde
  • SulAmérica
  • Hapvida
  • NotreDame Intermédica
  • Porto Seguro Saúde
  • Golden Cross

Plano com coparticipação vale a pena: a pergunta que vem antes

A resposta mais comum para essa pergunta é uma conta de uso: quem vai pouco ao médico tende a sair na frente com a cobrança por consulta e exame, e quem tem tratamento em curso tende a sair atrás. A conta é correta, mas parte de uma suposição que o registro da ANS não sustenta: a de que as duas formas estão igualmente à venda e basta escolher a preferida. Na prática, a forma de cobrança vem junto com o plano. Cada plano tem a sua declarada, o mesmo nome de plano quase nunca existe nas duas formas, e boa parte das operadoras não registra nada de um dos lados. Quem decide a forma de cobrança antes de ver as propostas não está escolhendo entre duas versões de um plano: está escolhendo com quais operadoras vai conversar. Por isso vale pedir as duas formas e só então fazer a conta de uso.

  • 12 nomesde 22.994 existem com e sem cobrança por uso na mesma operadora, contando o par de operadora e nome
  • 196 operadorasdas 648 com plano ativo não registram nenhum plano sem cobrança por uso; 28 não registram nenhum com ela
  • 424 operadorasregistram as duas formas, e são as únicas em que a decisão pode ser revista sem trocar de empresa
  • Nenhum nomeexiste nas duas formas no plano individual ou familiar, entre os 2.352 nomes registrados nele
  1. Você diz quem entra no plano e com que frequência vai ao médicoQuem entra e o uso esperado mostram se a cobrança por consulta e exame pesa ou alivia no seu caso.
  2. O corretor separa os planos com e sem coparticipação na sua cidadeA cobrança por uso é registrada plano a plano, e nem toda operadora vende plano dos dois jeitos onde você mora.
  3. Você recebe as duas formas no WhatsAppPlanos com e sem coparticipação, cada um com o preço para quem entra, a carência e os hospitais. Pergunte ao corretor quanto cada um cobra por consulta e exame.

Sem compromisso: peça a sua proposta agora e decida com calma.

Mulher de camisa xadrez, sentada no sofá, lê com atenção um documento impresso de várias páginas
Quem exige uma forma de cobrança antes de ver as propostas tira parte das operadoras da comparação.

A cobrança por uso não é um botão do mesmo plano de saúde

De 22.994 nomes de plano, 22.982 existem numa forma só.

No registro da ANS, cada plano declara se cobra alguma coisa a cada uso e de que jeito. Juntando a operadora ao nome, para que planos de mesmo nome de empresas diferentes não se misturem, os planos ativos que declaram coparticipação ou nenhuma cobrança somam 22.994 nomes distintos.

Desses, 12 existem nas duas formas: a mesma operadora mantém ativo um plano com aquele nome cobrando por uso e outro com o mesmo nome sem cobrar. Os outros 22.982 existem de um jeito só. São 16.489 nomes que só aparecem com cobrança por uso e 6.493 que só aparecem sem ela.

Os 12 cabem numa conta muito pequena: 42 planos ativos os carregam, em oito operadoras. Fora desses 12, pedir o mesmo plano na outra forma de cobrança é pedir uma coisa que a operadora não tem registrada, e o que ela vai oferecer no lugar é outro plano, com outros hospitais e outras cidades cobertas.

Daí sai a primeira consequência para quem decide. A frase comum, a de que a coparticipação é um desconto na mensalidade, explica bem a conta e explica mal o que está à venda. Não existe um plano com duas etiquetas: existem dois planos, e decidir exige comparar os dois inteiros.

Fator moderador, registro da operadora e nome de cada plano ativo que não é só odontológico, na base de produtos da ANS de outubro de 2026. Ficaram fora os planos cuja única cobrança registrada é a franquia, que são 177 e são tratados à parte. O nome foi comparado sem acento e sem diferença entre maiúscula e minúscula.

Pedir as duas formas na minha cidade

O que cada recusa custa em operadora no plano de saúde

Dizer não à cobrança por uso tira sete vezes mais empresas da lista do que dizer não ao plano sem ela.

Se a forma de cobrança vem junto com o plano, a pergunta seguinte é quanto cada exigência encolhe a lista. Entre as 648 operadoras com plano ativo não exclusivamente odontológico, 424 mantêm plano registrado das duas formas. Para essa maioria, mudar de ideia depois é possível sem trocar de empresa, ainda que seja trocando de plano.

O custo está nas outras, e ele é muito desigual. São 196 operadoras que registram cobrança por uso e nenhum plano sem ela, contra 28 que registram plano sem cobrança e nenhum com ela. Recusar a coparticipação, portanto, retira 196 operadoras da lista; recusar o plano sem cobrança retira 28. A razão entre as duas recusas é de sete para um.

Essa diferença não prova que a cobrança por uso seja melhor nem pior para quem contrata: mostra o que as empresas escolheram registrar. A conta de uso continua valendo, e ela vem depois.

O que a diferença muda é a ordem das perguntas. Quem começa dizendo que não quer cobrança por uso já tirou 196 operadoras da lista antes de olhar uma proposta, e pode estar deixando de fora justamente quem atende a sua cidade. Pedir as duas formas e decidir depois custa uma conversa a mais, e devolve a lista inteira.

Contagem sobre a base de produtos da saúde suplementar da ANS, em outubro de 2026, com a operadora identificada pelo número de registro e nunca pela razão social. Entraram os planos de situação ativa e ficaram de fora os exclusivamente odontológicos.

Plano de saúde com coparticipação

Plano de saúde sem coparticipação

Receber planos com e sem coparticipação

A conta da cobrança por uso muda com a forma de contratar o plano

Entre as 313 operadoras de plano individual, 133 não têm nenhum plano sem cobrança por uso.

O total do país esconde a diferença que mais pesa: o plano individual, o coletivo por adesão e o empresarial não têm as mesmas operadoras. Feita separadamente para cada um, a conta muda.

No plano individual ou familiar, 136 operadoras registram as duas formas, 133 registram só com cobrança por uso e 41 registram só sem ela. São menos da metade das 313 com plano individual: quem contrata em nome próprio tem menos da metade das operadoras em que a decisão pode ser revista sem trocar de empresa.

No coletivo por adesão, 297 registram as duas, 198 só com cobrança e 47 só sem. No coletivo empresarial, 375 registram as duas, 189 só com cobrança e 24 só sem. As sobras são pequenas: três operadoras do plano individual e uma da adesão registram apenas a franquia como cobrança por uso, e por isso não entram em nenhuma das duas colunas.

Para quem decide, a pergunta deixa de ser se a coparticipação vale a pena em geral e passa a ser quanto da sua lista sobra depois da sua exigência, na forma pela qual você vai contratar. Com CNPJ ou com vínculo a uma entidade de classe, sobram mais operadoras dos dois lados.

Cruzamento da coluna de fator moderador com a de contratação agrupada, na base de produtos da saúde suplementar da ANS, em outubro de 2026, com a operadora identificada pelo número de registro, contando só planos ativos e deixando de lado os exclusivamente odontológicos.

Plano de saúde individual

Plano de saúde coletivo por adesão

Plano de saúde coletivo empresarial

Receber propostas para o meu tipo de contrato

Os 12 nomes que a ANS registra nas duas formas de cobrança

Eles se repartem pelas formas de contratar, e no plano individual não existe nenhum.

A repartição dos 12 diz mais do que o total. Repetida dentro de cada forma de contratar, a contagem devolve três nomes no coletivo por adesão e cinco no coletivo empresarial. No plano individual ou familiar não devolve nenhum: entre os 2.352 nomes de plano registrados ali, não há um só que exista com e sem cobrança por uso na mesma operadora.

Somados, esses dois dão oito, e faltam quatro para os 12. Esses quatro são nomes cujo par só existe quando a forma de contratar muda: a operadora registra aquele nome com cobrança por uso numa e sem cobrança noutra. Para quem procura, esse par não serve como alternativa, porque mudar a forma de contratar é mudar quem assina o contrato.

O resultado do plano individual é o mais útil dos três. Para quem contrata em nome próprio, pedir o mesmo plano na outra forma de cobrança não tem nenhum caso registrado no país. A alternativa existe, mas é sempre outro plano.

E os 12 não provam que nome igual seja plano igual. A base registra o nome, a cobrança por uso, as cidades cobertas e o tipo de quarto em colunas separadas, e não declara em lugar nenhum que dois planos de mesmo nome sejam a mesma coisa com a cobrança trocada. Peça ao corretor para comparar os dois item por item.

Os 12 nomes saem do cruzamento, plano a plano, do fator moderador com a forma de contratação, o registro da operadora e o nome, na base de produtos da ANS de outubro de 2026 (planos ativos, sem os só odontológicos).

Receber a minha proposta

Pedir as duas formas, e só então decidir se vale a pena

É o único jeito de ver o mesmo conjunto de operadoras pelos dois lados.

Da contagem sai um método, e ele é curto. Quem pede desde o começo apenas uma das duas formas não recebe a lista do mercado: recebe a lista de quem registrou aquela forma. As duas listas possíveis se sobrepõem em 424 empresas e divergem em 224, que é o que sobra das 648 depois de tirar o núcleo comum.

Essas 224 ficam de fora quando a decisão é tomada cedo demais. Elas aparecem numa busca e somem na outra, e nenhuma das duas listas avisa que a outra existe. Pedir as duas formas de uma vez é o que põe as 648 na mesma comparação, e só então a conta de uso passa a comparar propostas reais.

Há também um ganho de tempo. Nas 424 operadoras que têm os dois lados, o corretor pode trazer as duas propostas da mesma empresa, o que deixa a comparação mais simples, e isso só aparece se as duas formas forem pedidas juntas.

Nas outras 224, a comparação entre as duas formas é sempre entre empresas diferentes, com hospitais diferentes. Ali a decisão deixa de ser só sobre cobrança e passa a ser também sobre em quais hospitais você quer se tratar.

Contagem de operadoras com plano ativo registrado em cada forma de cobrança, na base de produtos da saúde suplementar da ANS, em outubro de 2026. As 224 são a diferença entre as 648 do universo e as 424 que aparecem nas duas contagens.

Quero a proposta com as duas formas lado a lado

O que esta contagem não decide sobre a sua coparticipação

Ela mede o que está registrado. Quatro perguntas ficam fora dela.

Quanto cada cobrança vai custar no seu ano não está em base pública nenhuma. O registro da ANS guarda se o plano cobra por uso, e não quanto: o percentual, o valor de cada procedimento e a existência ou não de teto estão no contrato de cada plano. Pergunte ao corretor esses três dados antes de assinar.

Se a cobrança por uso compensa no seu caso também não se decide por contagem. Depende de quantas consultas, exames e sessões você teve nos últimos doze meses: quem usa pouco o plano tende a ganhar com a mensalidade menor, e quem faz tratamento contínuo tende a pagar mais no fim do ano.

A norma também limita a cobrança. A Resolução CONSU 8/1998 proíbe coparticipação que faça você pagar sozinho o procedimento inteiro ou que funcione como barreira ao tratamento. A franquia, forma vizinha de cobrança, tem regras próprias.

E a contagem é do país inteiro. Se a operadora vende as duas formas na sua cidade, o corretor confere na hora de montar a sua proposta.

A base de produtos da saúde suplementar da ANS registra o fator moderador, a acomodação, o alcance, a segmentação e a situação de cada plano, e não registra percentual de coparticipação, valor de referência de procedimento, existência de teto nem rede credenciada.

Plano de saúde com franquia

Como funciona a coparticipação

Pedir a minha proposta

Com ou sem cobrança por uso: o que o registro responde de cada lado

A mesma pergunta feita às duas formas, nas contagens que decidem o tamanho da lista.

O que a base de produtos da ANS responde sobre cada forma de cobrança por uso, em operadoras e em nomes de plano
A pergunta de quem está decidindoCom coparticipaçãoSem cobrança por uso
Quantas operadoras registram só este lado?19628
Quantas registram os dois lados?424424
Quantos nomes de plano existem só deste lado?16.4896.493
Quantos nomes existem também no outro lado?1212
No plano individual, quantas operadoras têm só este lado?13341
No coletivo por adesão, quantas têm só este lado?19847
No coletivo empresarial, quantas têm só este lado?18924
O piso de cobertura obrigatória é o mesmo?SimSim

Contagens de outubro de 2026 sobre os planos ativos da ANS que não são só odontológicos, cruzando fator moderador, contratação agrupada, registro da operadora e nome do plano. Não some as duas colunas: 424 operadoras entram nas duas, e os 12 nomes são o mesmo conjunto visto de cada lado. Os planos cuja única cobrança registrada é a franquia ficaram fora das duas colunas e são tratados à parte.

Erros de quem decide se aceita a cobrança por uso do plano

  • Pedir o mesmo plano na outra forma de cobrançaEm 22.982 dos 22.994 nomes o plano existe de um jeito só. No plano individual ou familiar não há nenhum caso registrado no país.
  • Fechar a exigência antes de ver a lista da sua cidadeDizer não à cobrança por uso retira 196 operadoras; dizer não ao plano sem ela retira 28. Entre as operadoras de plano individual, a primeira recusa tira 133 das 313.
  • Tratar a coparticipação como desconto na mensalidade do mesmo planoA forma de cobrança vem junto com o plano. O que muda é o plano inteiro, com os hospitais e as cidades cobertas que vierem com ele.
  • Somar as operadoras dos dois lados para saber o tamanho do mercadoAs 424 operadoras com as duas formas aparecem em cada lado. Somando as duas colunas, elas entram duas vezes, e o total passa das 648 operadoras que existem.
  • Decidir pela conta de uso antes de montar a listaA conta de uso só compara as propostas que você recebeu. Pedida uma forma só, parte das operadoras nem aparece, e a conta compara menos do que podia.
  • Achar que nome igual nas duas formas significa plano igualA base registra o nome e a cobrança por uso em colunas separadas e não declara equivalência entre planos. Os 12 pares pedem conferência item por item.
  • Achar que a conta do país vale para a sua cidadeCada plano tem as suas cidades registradas. Ter as duas formas no país não quer dizer que a operadora venda as duas onde você mora.

Pedir propostas com e sem cobrança por uso

Por que pedir aqui a sua proposta com e sem coparticipação

Você pede as duas formas de cobrança de uma vez, e o corretor separa os planos à venda na sua cidade dos dois lados. Assim a decisão sai de propostas reais, e não de metade da lista. Se o melhor for ficar no plano que você já tem, ele diz.

Dois lados contados com a mesma régua

As contagens das duas formas de cobrança saem da mesma base pública da ANS, no mesmo recorte.

O que pesa no seu ano

Quanto cada plano cobra por consulta e exame está no contrato: pergunte ao corretor antes de assinar.

Corretor habilitado, não robô

Quem prepara a sua proposta é um corretor habilitado, que responde às suas dúvidas sobre consulta, exame e internação.

Proposta no seu WhatsApp

Os planos chegam por escrito, com o preço para as idades de quem entra, a carência e os hospitais.

Perguntas frequentes de quem decide sobre a cobrança por uso

O que a base de planos da ANS responde sobre a escolha, com o recorte de cada contagem indicado.

Plano com coparticipação vale a pena?

Depende de duas coisas. A primeira é o uso: quem vai pouco ao médico tende a ganhar com a mensalidade menor, e quem tem tratamento em curso tende a pagar mais no ano. A segunda é a oferta: recusar a cobrança por uso tira 196 das 648 operadoras da lista. Peça propostas com e sem coparticipação e compare as duas.

Dá para contratar o mesmo plano com e sem coparticipação?

Quase nunca. De 22.994 nomes de plano ativos, 12 existem nas duas formas na mesma operadora. Nos outros 22.982 o plano está registrado de um jeito só.

E no plano individual ou familiar?

Não existe nenhum caso. Entre os 2.352 nomes de plano individual ou familiar registrados, nenhum aparece com e sem cobrança por uso na mesma operadora.

Quantas operadoras registram as duas formas?

São 424, de 648 com plano ativo no critério usado aqui. São as únicas em que a decisão pode ser revista sem trocar de empresa, ainda que trocando de plano.

Recusar a coparticipação tira quantas operadoras da minha lista?

No país, 196 operadoras não registram nenhum plano sem cobrança por uso. Para quem contrata plano individual ou familiar, são 133 das 313 operadoras que o vendem.

E recusar o plano sem cobrança por uso, quantas tira?

No país, 28. A diferença entre as duas recusas é de sete para um, e ela vem do que as operadoras escolheram registrar, não de qualquer regra da agência.

Por que a conta muda conforme a forma de contratar?

Porque cada forma de contratar tem o seu próprio conjunto de operadoras e de planos. No coletivo por adesão a diferença é de 198 contra 47, e no coletivo empresarial, de 189 contra 24.

Se o nome do plano é o mesmo nas duas formas, é o mesmo plano?

A base não diz isso. Ela registra o nome e a cobrança por uso em colunas separadas e não declara equivalência. Hospitais, cidades cobertas e tipo de quarto precisam ser conferidos um a um: peça ao corretor para comparar os dois.

Quanto a coparticipação cobra por consulta ou exame?

Esse número não existe em base pública. A base de planos da ANS registra se o plano cobra por uso, e não quanto: o percentual e o valor de cada procedimento estão no contrato de cada plano. Receba a proposta e pergunte ao corretor quanto cada um cobra.

Posso trocar de forma de cobrança depois de contratar?

Como em 22.982 dos 22.994 nomes o plano existe de um jeito só, trocar costuma significar mudar de plano, com nova proposta. Em 424 operadoras isso é possível sem mudar de empresa; nas outras 224, não.

A cobertura obrigatória é menor no plano com coparticipação?

Não. O piso de cobertura vem da segmentação do plano e da lista de cobertura obrigatória, e não da forma de cobrança. O que muda é como se paga, não o que está coberto.

E os planos com franquia, onde eles entram nesta conta?

Ficaram fora das duas colunas quando a franquia é a única cobrança registrada. São poucos, e por isso três operadoras do plano individual e uma da adesão não aparecem em nenhum dos dois lados.

Vocês são uma operadora de plano de saúde?

Não. Atuamos na intermediação de planos de saúde: um corretor habilitado monta a sua proposta com planos de operadoras registradas na ANS. Você não paga nada ao corretor: quem remunera a corretagem é a operadora do plano que você escolher.

Receba propostas com e sem coparticipação

Peça as duas formas de cobrança de uma vez: o corretor manda no seu WhatsApp os planos da sua cidade com e sem coparticipação, cada um com preço, carência e hospitais.

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