
PARA EMPRESAS · EMPRESARIAL 500 PESSOAS
Plano de saúde empresarial 500 vidas
Com 500 pessoas no plano, a empresa administra um custo de saúde. Além da operadora, pesa a forma de pagar: 1.545 planos empresariais ativos são de pós-pagamento, em que a empresa paga o que o grupo usou.
Veja aqui quando o pós-pagamento compensa, o relatório de uso e mais de uma opção no mesmo contrato. Assim a empresa chega à renovação falando do uso do plano, e não só do percentual.
- 1.545 planos empresariais são pós-pagamento
- 186 das 588 operadoras têm pós-pagamento
- Sem carência a partir de 30 pessoas
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS, conforme a Lei 9.656/1998.
9,9% dos 15.590 planos coletivos empresariais ativos são registrados como pós-estabelecidos, o pós-pagamento, na base de produtos da ANS
- Unimed
- Hapvida
- NotreDame Intermédica
- SulAmérica
- Bradesco Saúde
- Porto Seguro
- Amil
- Alice
O que muda no plano de saúde empresarial quando a empresa tem 500 pessoas
O contrato é o mesmo da empresa pequena: o coletivo empresarial, que reúne 15.590 dos planos de saúde ativos no país. O que muda com 500 pessoas é o que a empresa consegue decidir. A carência sai da conta, porque a norma proíbe exigi-la a partir de 30 pessoas, para quem entra no prazo. O pós-pagamento, em que a empresa paga o que foi usado mais a taxa de administração, passa a fazer sentido, porque num grupo grande um gasto alto se dilui. E o reajuste, que nesse porte não tem teto da ANS e sai da negociação com a operadora, passa a depender do uso do próprio grupo: quem acompanha esse uso chega à renovação com argumento.
- 1.545planos empresariais ativos são registrados como pós-pagamento
- 186das 588 operadoras têm ao menos um plano assim
- 231operadoras têm algum plano que cobre o país todo
- 30pessoas no contrato: a partir daí, a carência não pode ser exigida
- Você diz quantas pessoas entram e em que cidades a equipe estáO tamanho do grupo e as cidades decidem quais operadoras conseguem cotar o contrato inteiro.
- O corretor busca as operadoras que cotam esse portePergunte a ele quais aceitam pós-pagamento e que relatório de uso cada uma entrega.
- A proposta chega no seu WhatsAppCada plano vem com o preço calculado pelas idades do grupo e com os hospitais que atendem as cidades da equipe.
Sem compromisso: peça a sua proposta agora e decida com calma.

Pós-pagamento no plano de saúde empresarial de 500 pessoas
A empresa paga o que o grupo usou, mais a taxa de administração, em vez de uma mensalidade fechada por pessoa.
A base de produtos da ANS registra cada plano por tipo de financiamento. No preestabelecido, o valor da mensalidade é definido antes de qualquer uso: a operadora calcula um preço por pessoa e assume o risco de o grupo gastar mais do que ele. No pós-estabelecido, que o mercado chama de pós-pagamento, o valor é apurado depois: a empresa paga o custo do atendimento no período e uma taxa de administração pelo serviço da operadora.
Entre os empresariais ativos, 14.045 são preestabelecidos e 1.545 são pós- estabelecidos. Mas o número que interessa a quem vai contratar é outro: 186 das 588 operadoras têm ao menos um plano de pós-pagamento. Não é raro, mas também não vem pronto: é preciso pedir, e nem toda operadora oferece na sua cidade. O corretor diz quais cotam pós-pagamento para a sua empresa.
O que a empresa ganha ao trocar de forma de pagamento é ver o próprio gasto. A conta passa a mostrar o que o grupo usou, e a margem de risco que estava embutida no preço por pessoa deixa de existir: ninguém cobra antes pelo que talvez aconteça. Em troca, o risco de um mês caro passa da operadora para a empresa. Um mês com internação longa aparece inteiro na fatura seguinte, e um ano ruim aparece inteiro no orçamento do ano.
É por isso que o pós-pagamento combina com grupo grande e não com contrato pequeno. Com 500 pessoas, uma cirurgia cara é um gasto dentro de um volume que o absorve; num contrato de poucas pessoas, o mesmo gasto é a conta do mês. Na tabela abaixo, a maior fatia de pós-pagamento está na autogestão, em que o plano é administrado por uma entidade ligada ao próprio empregador.
| Modalidade da operadora | Planos ativos | Em pós-pagamento | Fatia em pós-pagamento |
|---|---|---|---|
| Medicina de grupo | 9.135 | 850 | 9,3% |
| Cooperativa médica | 4.270 | 456 | 10,7% |
| Seguradora | 1.252 | 46 | 3,7% |
| Autogestão | 654 | 191 | 29,2% |
| Filantropia | 279 | 2 | 0,7% |
| Total do coletivo empresarial | 15.590 | 1.545 | 9,9% |
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 28 de setembro de 2026, no campo de tipo de financiamento dos planos coletivos empresariais com situação ativa, fora os exclusivamente odontológicos.
O que a empresa de 500 pessoas faz com o relatório de uso do plano de saúde
Nesse porte, o uso do plano é o que a empresa consegue mudar sozinha, e o relatório da operadora mostra onde mexer.
Reajuste se negocia uma vez por ano e depende do outro lado. O uso se acompanha o ano inteiro e depende da empresa. Com um grupo desse tamanho, o relatório de uso mostra para onde vai o dinheiro do plano.
O ponto de partida é pedir o relatório certo, e isso se resolve no contrato, antes de assinar. O que interessa é o uso do grupo somado: quantas consultas, quantos exames, quantas internações, quanto pesou cada tipo de despesa e como isso se move mês a mês. Nome de quem usou não entra nessa conversa, e a empresa também não precisa dele: o que se gerencia é padrão de consumo, não pessoa.
Com o relatório na mão, a empresa passa a agir sobre o gasto em vez de reagir ao boleto. Um grupo de pessoas com doença crônica que não faz acompanhamento regular aparece no relatório antes de aparecer no pronto-socorro. Um volume alto de consultas de especialidade sem porta de entrada aparece como falta de atenção primária. Um punhado de casos de alto custo concentrando a maior parte da despesa aparece como caso para acompanhar de perto, um a um.
Nada disso muda a conta do mês seguinte. Programa de acompanhamento leva meses para mudar padrão de uso, e quem começa no mês da renovação chega com uma boa intenção em vez de um resultado. Mas o efeito, quando vem, vale nas duas formas de pagamento: no pós-pagamento ele cai direto na fatura, e no preestabelecido ele é o argumento que a empresa leva para a mesa da renovação.
| O que aparece no relatório | A ação que ele permite | Por que ela funciona com 500 pessoas |
|---|---|---|
| Pessoas com doença crônica sem acompanhamento regular | Programa de crônicos, com busca ativa de quem sumiu | O grupo é grande o bastante para formar turma e pequeno o bastante para chamar cada um |
| Consulta de especialidade sem porta de entrada | Atenção primária, com médico de família ou equipe de referência | Concentra o primeiro atendimento e corta o caminho do encaminhamento solto |
| Poucos casos concentrando a maior parte da despesa | Gestão de alto custo, caso a caso, com a operadora junto | Num grupo desse porte, um punhado de casos move o total do ano |
| Pronto-socorro usado como consultório | Orientação sobre onde ser atendido e canal fora do horário | É o uso mais caro e o mais fácil de deslocar quando há para onde mandar |
O conteúdo do relatório que a operadora entrega à empresa contratante é o que o contrato prevê: é cláusula, e por isso se negocia antes de assinar, não depois da primeira fatura.
O ano de uso que decide o reajuste do plano de 500 pessoas já está correndo
Quando a proposta de renovação chega, o período que a sustenta já fechou.
O percentual da renovação não nasce na conversa: ele se forma nos meses de uso que a antecedem. A operadora leva para a mesa o resultado do período, quanto a empresa pagou contra quanto ela gastou com o grupo, e esse período termina antes de a proposta ser apresentada.
Com 500 pessoas, isso muda a ordem das coisas. Qualquer mudança de uso que a empresa queira ver refletida no número precisa estar rodando meses antes do aniversário do contrato: acompanhamento de quem tem doença crônica, porta de entrada para consulta, orientação sobre onde ser atendido. O que começa no mês da renovação não entra no cálculo daquele ano.
A mesma data serve para revisar quem está no plano: quem saiu da empresa, quem entrou e quem tem direito de continuar. Numa folha de 500 pessoas, isso não se descobre de memória, e nenhum aumento pode vir antes de doze meses.
Resolução Normativa 565/2022 da ANS, artigo 24: nenhum contrato coletivo pode ter aumento em prazo menor que doze meses.
Hospitais por região no plano de saúde empresarial de 500 pessoas
Quando a equipe mora em cidades diferentes, o contrato precisa ter hospital perto de cada uma delas.
Uma empresa desse porte quase nunca está num prédio só. Matriz numa capital, operação no interior, um time pequeno em outro estado, gente que viaja a trabalho: cada grupo precisa de hospital perto de onde mora, e não de onde fica o departamento que assinou o contrato.
Na base da ANS, 231 das 588 operadoras que vendem plano empresarial têm ao menos um plano que cobre o país todo: menos da metade delas. Já 364 operadoras têm planos ativos de mais de um alcance, da cidade ao país. Assim, se aceitar, a mesma operadora pode atender a matriz com um plano regional e quem viaja com um nacional, no mesmo contrato.
Por isso, em vez de escolher entre regional e nacional, diga ao corretor em que cidades estão as pessoas: a proposta mostra quais operadoras têm hospital em todas elas, ou só em parte. Contrato que atende bem a matriz e deixa a filial sem hospital perto só mostra o defeito quando alguém precisa.
- Todo mundo na mesma região metropolitanaUm plano com os hospitais da região costuma bastar: o que conta é ter bons hospitais perto de onde a equipe mora.
- Matriz e filiais em estados diferentesPeça uma operadora com hospital em cada estado, ou planos de alcance diferente no mesmo contrato, se ela aceitar.
- Time pequeno longe da operação principalConfira na proposta os hospitais daquela cidade, um a um, antes de fechar pelo nome da operadora.
- Gente que viaja a trabalho com frequênciaÉ o grupo que pede plano nacional, e costuma ser pequeno: pode ficar numa opção separada do resto.
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 28 de setembro de 2026: operadoras com plano coletivo empresarial ativo, contadas pela abrangência de cobertura registrada em cada plano.
Mais de uma opção de plano de saúde no mesmo contrato de 500 pessoas
Num grupo grande, cada pessoa quer uma coisa, e a mesma operadora costuma ter planos para montar faixas sem dividir o contrato.
Num contrato pequeno o tipo de quarto vale para todos, e a empresa escolhe um só. Com 500 pessoas isso deixa de fazer sentido: há quem prefira pagar a diferença por quarto individual, há quem nunca tenha usado o plano, há cargos em que a empresa decide bancar mais. A saída é montar opções dentro do mesmo contrato, com a empresa custeando uma faixa e quem quiser subir pagando a diferença em folha.
Na base da ANS, os planos de uma operadora só costumam bastar para isso: 478 das 588 têm planos ativos com quarto individual e com quarto coletivo, 241 têm mais de um tipo de cobertura e 273 têm 10 ou mais planos empresariais ativos. Em vez de contratar operadoras diferentes para grupos diferentes, o que multiplica hospitais, faturas e conversas, quase sempre dá para resolver com a mesma operadora.
Há cautelas, e elas aparecem depois que o contrato começa. A primeira é que opção demais vira gestão demais: cada plano tem hospitais, regras e preço próprios, e alguém no RH vai explicar isso pessoa por pessoa. A segunda é a mudança de faixa no meio do caminho: quem sobe de plano pode cumprir carência para a parte nova, e a regra está no contrato. Pergunte ao corretor antes de assinar.
| Recorte na base de produtos da ANS | Operadoras | Fatia das 588 que vendem empresarial |
|---|---|---|
| Têm planos com quarto individual e com quarto coletivo | 478 | 81,3% |
| Têm planos de mais de um alcance geográfico | 364 | 61,9% |
| Têm 10 ou mais planos empresariais ativos | 273 | 46,4% |
| Têm planos com mais de um tipo de cobertura | 241 | 41,0% |
| Têm ao menos um plano que cobre o país todo | 231 | 39,3% |
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 28 de setembro de 2026: cada operadora contada uma vez, pelos atributos dos planos coletivos empresariais ativos que ela mantém registrados.
Autogestão não é o plano de saúde empresarial que a empresa contrata
A modalidade está na base da ANS, mas funciona de outro jeito e não entra nas propostas de quem está cotando.
Autogestão é uma das modalidades de operadora que a ANS registra, ao lado de medicina de grupo, cooperativa médica, seguradora e filantropia. São 851 planos ativos de 129 operadoras de autogestão no país, e 654 desses planos estão na contratação coletiva empresarial, de 76 operadoras. É também a modalidade com a maior fatia de pós-pagamento.
Mas autogestão não é um plano que se compra. Nela, quem opera o plano é uma entidade ligada ao próprio empregador, que atende as pessoas vinculadas a ele e responde à ANS como operadora, com registro, garantias e obrigações próprias. Não existe cotação: existe uma entidade a constituir e manter, num regime que não se parece com o de assinar contrato com uma operadora do mercado.
Se a empresa está comparando propostas de operadoras, a autogestão não é uma delas. Quem quiser entender como ela funciona tem a explicação abaixo.
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 28 de setembro de 2026, no campo de modalidade da operadora, entre os planos com situação ativa, fora os exclusivamente odontológicos.
Mensalidade fechada ou pós-pagamento no plano de 500 pessoas, lado a lado
As duas formas de pagar, nos pontos em que a escolha muda.
| Preestabelecido (mensalidade fechada) | Pós-estabelecido (pós-pagamento) | |
|---|---|---|
| O que a empresa paga por mês | Valor por pessoa, definido antes de qualquer uso | O custo apurado depois do uso, mais a taxa de administração |
| Com quem fica o risco de um mês caro | Com a operadora, embutido no preço de cada pessoa | Com a empresa, no caixa do mês em que o gasto acontece |
| Como está na oferta ativa | 14.045 planos, de 556 operadoras | 1.545 planos, de 186 operadoras |
| Para que serve o relatório de uso | Dá argumento na negociação da renovação | Muda a fatura seguinte e dá argumento na renovação |
| O que a empresa precisa ter | Previsibilidade no orçamento e nada além do contrato | Caixa para um mês caro e alguém acompanhando o uso |
| O que costuma pesar contra | Margem de risco cobrada por gasto que talvez não venha | Um ano ruim aparece inteiro, e aparece rápido |
As faixas etárias e os limites de variação por idade valem nas duas formas, conforme a RN 563/2022 da ANS. O reajuste anual também não muda: no coletivo empresarial não há teto da ANS; com menos de 30 pessoas, a operadora aplica um percentual único ao grupo (RN 565/2022), e a partir de 30, como num contrato de 500, o percentual sai da negociação entre a operadora e a empresa.
Erros que encarecem o plano de saúde empresarial de 500 pessoas
- Entrar no pós-pagamento sem caixa para um mês caroNo pós-pagamento, o risco é da empresa. Um mês com internação longa aparece inteiro na fatura seguinte, e o orçamento precisa aguentar isso sem virar emergência.
- Pedir o relatório de uso e não fazer nada com eleO relatório só vale pela ação que provoca. Sem programa de crônicos, atenção primária ou acompanhamento de alto custo, ele não muda o custo do plano.
- Comparar só a taxa de administraçãoNo pós-pagamento, o total é o custo do uso mais a taxa. Escolher pelo percentual menor da taxa sem olhar o custo do uso é comparar só uma parte da conta.
- Contratar plano nacional para todo mundoSó 231 das 588 operadoras têm plano que cobre o país todo. Se a maior parte das pessoas não sai da região, o que decide é ter bons hospitais perto de onde ela mora.
- Inscrever tarde quem foi admitidoPelo artigo 6º da RN 557/2022, a carência não pode ser exigida de quem pede para entrar em até 30 dias da assinatura do contrato ou da admissão. Quem o RH inscreve depois desse prazo pode entrar com carência.
Plano de saúde para 500 pessoas: o trabalho do corretor até a assinatura
Num contrato de 500 pessoas, o corretor leva às operadoras o tamanho do grupo, as cidades da equipe e a forma de pagamento que a empresa quer discutir. As propostas chegam lado a lado, com o preço pelas idades do grupo e os hospitais de cada plano, e a empresa decide com tudo na mesma mesa, inclusive se vale continuar no contrato que já tem.
Contagens da ANS, com data
Os 1.545 planos de pós-pagamento e as 186 operadoras que os oferecem vêm da base de produtos da ANS, apurada em setembro de 2026.
A forma de pagar antes do percentual
Pergunte ao corretor se cada proposta é de mensalidade fechada ou de pós-pagamento: são contas diferentes e não se comparam pelo mesmo número.
Um corretor para um contrato grande
Um corretor habilitado acompanha a cotação e responde ao RH e à diretoria até a assinatura.
Propostas no seu WhatsApp
As propostas chegam no WhatsApp de quem pediu, prontas para o RH levar à diretoria.
Perguntas frequentes sobre plano de saúde empresarial para 500 pessoas
As dúvidas de quem cuida do plano de um grupo grande, respondidas com os números da ANS e a norma.
O plano de saúde empresarial de 500 pessoas tem carência?
Não pode ser exigida. O artigo 6º da RN 557/2022 da ANS proíbe exigir cumprimento de prazos de carência no coletivo empresarial com número de participantes igual ou superior a 30 beneficiários, desde que o beneficiário formalize o pedido de ingresso em até 30 dias da celebração do contrato ou da sua vinculação à empresa. Quem pede depois desse prazo pode ter carência.
O que é pós-pagamento no plano de saúde empresarial?
É a forma de pagamento em que o valor não é fechado antes. A ANS registra esses planos como pós-estabelecidos: a empresa paga o custo do atendimento apurado depois do uso, mais uma taxa de administração pelo serviço da operadora. No preestabelecido, o valor por pessoa é definido antes, e a operadora é quem assume o risco de um mês caro.
Quantos planos empresariais são de pós-pagamento na base da ANS?
São 1.545 dos 15.590 planos coletivos empresariais ativos, ou 9,9% da oferta, distribuídos por 186 das 588 operadoras que vendem plano empresarial. A maior fatia está na autogestão, em que 191 dos 654 planos empresariais ativos são pós-estabelecidos.
Pós-pagamento sai mais barato que mensalidade fechada?
Não dá para saber antes. O que muda com certeza é com quem fica o risco: no preestabelecido a operadora cobra antes pelo que talvez aconteça; no pós-pagamento a empresa paga o que aconteceu. Grupo que usa pouco tende a ganhar com o pós-pagamento; grupo com uso alto e sem acompanhamento pode pagar mais. Peça a sua proposta e diga ao corretor que quer cotar pós-pagamento.
O que é a taxa de administração no plano pós-pago?
É o que a operadora cobra pelo serviço, como a rede de hospitais e clínicas, a autorização de procedimentos, o pagamento aos prestadores e o relatório, quando o custo do atendimento é repassado pelo valor apurado. Percentual e base de cálculo mudam de contrato para contrato, e a taxa é só uma parte da conta: receba as propostas e confira com o corretor a taxa de cada operadora.
A empresa de 500 pessoas pode oferecer mais de uma opção de plano?
Pode, se a operadora aceitar: a empresa custeia uma faixa e quem quiser subir paga a diferença em folha. Na base da ANS, 478 das 588 operadoras têm planos ativos com quarto individual e com quarto coletivo, e 273 têm 10 ou mais planos empresariais ativos, o que costuma bastar para montar as opções sem dividir o contrato. Peça propostas com mais de uma faixa.
Que relatório de uso a operadora entrega para um grupo de 500 pessoas?
O que estiver escrito no contrato. O que se pede é o uso do grupo somado: volume de consultas, exames e internações, peso de cada tipo de despesa e a variação mês a mês. Nome de quem usou não entra, e a gestão não precisa dele. O relatório muda de operadora para operadora: pergunte ao corretor o que cada uma entrega quando pedir uma proposta para a sua empresa.
O reajuste do plano de 500 pessoas tem teto da ANS?
Não. O teto anual da ANS é só dos planos individuais e familiares. No coletivo empresarial, o percentual depende do tamanho: abaixo de 30 pessoas, é um só para todos os contratos pequenos da operadora (RN 565/2022); com 30 ou mais, como num contrato de 500, sai da negociação, e a operadora leva para a mesa o resultado do próprio grupo: quanto a empresa pagou contra quanto a operadora gastou no período.
Autogestão serve para uma empresa de 500 pessoas?
É outro regime, não uma proposta a mais na comparação. Na autogestão o plano é operado por uma entidade ligada ao próprio empregador, que responde à ANS como operadora. São 851 planos ativos de 129 operadoras nessa modalidade, e ela não se contrata: constitui-se e mantém-se.
Quantas pessoas a empresa precisa ter para não pagar carência?
São 30 beneficiários. É o piso do artigo 6º da RN 557/2022 da ANS, e vale tanto para o início do contrato quanto para quem é admitido depois, desde que o pedido de ingresso seja formalizado em até 30 dias.
Quanto custa um plano de saúde empresarial para 500 pessoas?
Não há um preço só. Na mensalidade fechada, a conta soma o valor da faixa de idade de cada pessoa e muda com a cidade, os hospitais, a cobertura e o tipo de quarto. No pós-pagamento não há mensalidade fixa: o valor é o que o grupo usou, mais a taxa de administração. O preço sai pelas idades de quem entra: receba a proposta para a sua empresa.
Vocês são uma operadora de plano de saúde?
Não. Atuamos na intermediação: um corretor habilitado monta a sua proposta com planos de operadoras registradas na ANS. Você não paga nada ao corretor: quem remunera a corretagem é a operadora do plano que você escolher.
Receba as propostas para o plano das suas 500 pessoas
Para um contrato desse porte, o corretor envia no seu WhatsApp as operadoras com hospital nas cidades da empresa, cada uma com o preço pelas idades do grupo.