• Proposta feita por corretor habilitado
  • Proposta no seu WhatsApp
  • Operadoras registradas na ANS
InícioPromoções
Para você
Empresas
Quanto custa
Coberturas
Operadoras
Odonto
Conteúdo
Homem de óculos e colete lê um papel sentado à mesa de um escritório colorido, com uma pessoa de costas em primeiro plano e outra, de pé, anotando num caderno

PARA EMPRESAS · POR ONDE COMEÇAR

Plano de saúde para empresas

Contratar começa antes da cotação, e não é juntando papel: são quatro decisões que a empresa toma antes. Quem chega decidido recebe propostas que dá para comparar; quem não chega, não.

Aqui você vê os documentos pedidos, a ordem das decisões e quanto tempo leva. Assim o pedido de proposta já sai com as quatro decisões tomadas.

  • 5 documentos, e eles entram depois da cotação
  • De 15.590 planos a 962 em três decisões
  • Declaração de saúde: uma por pessoa
Pedir uma proposta para a empresa Falar com um corretor

Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS, conforme a Lei 9.656/1998.

962 são os planos que sobram, dos 15.590 empresariais ativos, quando a empresa pede abrangência nacional, apartamento e nenhuma coparticipação

  • Unimed
  • Hapvida
  • NotreDame Intermédica
  • SulAmérica
  • Bradesco Saúde
  • Porto Seguro
  • Amil
  • Alice

Por onde uma empresa começa a contratar plano de saúde

A empresa não contrata o plano da pessoa física, e sim o coletivo empresarial, tipo de 15.590 dos planos ativos do país, contra 2.411 individuais. Para contratar, ela resolve duas coisas em paralelo. De um lado, os papéis: o que prova que a empresa existe e o que prova o vínculo de cada pessoa indicada com ela. De outro, as escolhas: quantas pessoas entram, que cidades o plano precisa cobrir, em que acomodação a pessoa interna e se a empresa aceita pagar por uso. Os cinco documentos a empresa já tem ou consegue fora dela; as escolhas é que decidem se as propostas que voltarem podem ser postas lado a lado.

  • 15.590planos coletivos empresariais ativos, de 588 operadoras registradas
  • 962sobram quando a escolha é nacional, apartamento e sem pagamento por uso
  • 2.996sobram quando a escolha é regional, enfermaria e com pagamento por uso
  • 24 mesesé o prazo máximo em que a cobertura de doença já existente pode ficar limitada
  1. Você diz quantas pessoas entram e em que cidades elas moramO número de pessoas decide quais operadoras aceitam cotar; as cidades decidem quais planos têm hospital perto de todo mundo.
  2. O corretor busca as operadoras que atendem empresas do seu tamanhoDiga a ele a região, a acomodação e se aceita pagar por uso: são as escolhas que deixam as propostas comparáveis.
  3. A proposta chega no WhatsApp da empresaCada plano com o valor por pessoa da equipe, os hospitais que atende e a carência que pede.

Sem compromisso: peça a sua proposta agora e decida com calma.

Mulher trabalha no notebook à mesa de um escritório pequeno, com caderno aberto, óculos e folhas impressas ao lado
Quase tudo o que a operadora vai pedir já existe dentro da empresa: o cartão CNPJ, o ato de constituição, o cadastro de quem vai entrar e a prova do vínculo de cada um. Reunir isso antes é o que encurta a contratação.

Os documentos que a operadora pede para abrir o plano de saúde da empresa

São cinco, cada um sai de um lugar diferente, e nenhum deles é o orçamento — esse vem depois.

A operadora não começa pela proposta. Ela começa pela prova de que a empresa existe e de que cada pessoa indicada tem vínculo com ela, porque é esse vínculo que a RN 557/2022 exige para admitir alguém num contrato coletivo empresarial. Todo papel da lista abaixo serve a uma dessas duas provas, e saber qual delas cada documento cumpre evita reunir o que não vai ser usado.

O cartão CNPJ e o ato de constituição provam a empresa. A relação de beneficiários e os comprovantes de vínculo provam as pessoas. A declaração de saúde não prova nada disso: ela é de cada beneficiário e serve a outra coisa, que é definir o que a operadora cobre desde o primeiro dia.

A relação exata de papéis muda de operadora para operadora, e nenhuma norma a fixa. Antes de reunir qualquer coisa, peça ao corretor a lista da operadora que você escolheu: isso poupa uma rodada inteira de documentos.

Cada documento da contratação, o que ele é e onde se consegue
O documentoO que éOnde se consegue
Cartão CNPJO comprovante de inscrição e de situação cadastral da empresaNo site da Receita Federal, emitido na hora e sem custo
Contrato social ou requerimento de empresárioO ato que constitui a empresa e diz quem responde por ela; quem é microempreendedor individual apresenta no lugar dele o certificado da condição de MEINa Junta Comercial do estado onde a empresa foi registrada; o certificado do MEI sai no Portal do Empreendedor
Relação de beneficiáriosNome, CPF, data de nascimento e grau de parentesco de cada pessoa que vai entrarMontada pela própria empresa, com o cadastro de cada um
Comprovante do vínculo de cada pessoaRegistro em carteira para o empregado, contrato social para o sócio, certidão de casamento ou de nascimento para o familiarNo departamento pessoal da empresa e no cartório de registro civil
Declaração de saúdeFormulário individual em que cada pessoa informa a doença que já sabe ter quando assinaEntregue pela operadora junto com a proposta

Resolução Normativa 557/2022 da ANS, artigo 5º, que condiciona a inclusão de cada beneficiário ao vínculo dele com a pessoa jurídica contratante. A coluna de onde se consegue reúne os órgãos que emitem cada documento; a relação de papéis que cada operadora pede é critério comercial dela e não consta de norma.

Pedir a proposta antes de reunir os papéis

A ordem das decisões que tornam as propostas de plano de saúde comparáveis

Primeiro quem entra, depois as cidades que o plano precisa cobrir, depois a internação e, por último, o pagamento por uso.

Pedir cotação sem decidir nada tem um efeito: cada operadora preenche sozinha o que a empresa não disse, e nenhuma preenche igual. Podem voltar três propostas em que uma é regional com enfermaria, outra é nacional com apartamento e a terceira cobra por consulta. Aí a empresa compara valores que não medem a mesma coisa.

A ordem importa porque cada decisão estreita a seguinte. Quantas pessoas entram e qual o vínculo de cada uma define quais operadoras aceitam cotar, já que nenhuma norma da ANS fixa mínimo e cada uma tem o seu. A região que o plano cobre vem depois, e se decide pelas cidades onde as pessoas moram, não pelo endereço da sede: hospital bom perto da sede não atende quem mora em outra cidade. A acomodação vem em seguida, porque muda o valor de cada pessoa e a lista de hospitais que aceitam o contrato. O pagamento por uso fica por último, porque comparar com e sem coparticipação só faz sentido depois que as outras três estão fixas.

A base de produtos da ANS mostra o tamanho do efeito. Há 15.590 planos coletivos empresariais ativos, de 588 operadoras. Uma empresa que pede abrangência nacional, apartamento e nenhum pagamento por uso está falando de 962 desses planos, de 107 operadoras. Outra que pede planos de um grupo de cidades, enfermaria e coparticipação está falando de 2.996 planos, de 426 operadoras. São dois mercados diferentes, e a empresa escolhe em qual deles quer receber proposta.

Quanto cada decisão reduz a lista de planos empresariais ativos
Decisões já tomadasEmpresa que pede nacional, apartamento e sem pagamento por usoEmpresa que pede grupo de cidades, enfermaria e com pagamento por uso
Nenhuma ainda15.590 planos, de 588 operadoras15.590 planos, de 588 operadoras
Depois da região4.060 planos, de 231 operadoras8.009 planos, de 478 operadoras
Depois da acomodação2.588 planos, de 220 operadoras4.174 planos, de 457 operadoras
Depois do pagamento por uso962 planos, de 107 operadoras2.996 planos, de 426 operadoras

Apuração própria na base de produtos da ANS, em 29 de setembro de 2026, nos campos de abrangência de cobertura, acomodação hospitalar e fator moderador. Considera planos com situação ativa e contratação coletiva empresarial, exceto os exclusivamente odontológicos.

O que muda no contrato a partir de 30 pessoas

Quero uma proposta com as minhas quatro escolhas

A declaração de saúde é individual, e ela decide o que o plano cobre depois

Cada pessoa assina a sua, inclusive os dependentes. A empresa reúne, mas não declara por ninguém.

Junto com a proposta, a operadora entrega um formulário em que a pessoa informa as doenças e lesões que já sabe ter. Não é um documento da empresa e não existe um por contrato: existe um por beneficiário, assinado por ele mesmo e, quando se trata de criança, por quem responde por ela. O dono da empresa não preenche a do empregado, e o titular não preenche a do cônjuge.

Declarar o que se tem não impede a entrada. A operadora não pode recusar quem declarou; o que ela pode, por tempo limitado, é dar tratamento próprio àquilo que foi declarado, e no contrato com 30 pessoas ou mais nem isso, para quem pede a entrada em até 30 dias (RN 557/2022, artigo 7º). Omitir é que muda o assunto: deixa de ser uma regra de cobertura e passa a ser a alegação de que a pessoa escondeu algo para conseguir contratar, discussão que aparece quando alguém precisa do procedimento.

Pela Lei 9.656/1998, cabe à operadora o ônus de provar que o beneficiário já conhecia a doença no dia da assinatura. Essa prova é difícil de produzir quando a pessoa declarou tudo, e fácil quando ela deixou o formulário em branco e o prontuário diz outra coisa. Preencher com franqueza é a proteção que a lei oferece, e ela só funciona para quem usou o formulário do jeito que ele foi feito.

Na prática do processo, a consequência é de agenda. Esta etapa não se apressa, porque depende de gente que não está toda no mesmo lugar e que às vezes precisa conferir um exame antigo antes de responder. Distribuir os formulários no dia em que as propostas chegam, e não na véspera de assinar, é o que impede a pressa de virar assinatura em branco.

Lei 9.656/1998, artigos 11 e 12, inciso V.

Receber a proposta antes da declaração de saúde

Quanto tempo leva, da cotação do plano de saúde à carteirinha

Uma parte do calendário está na lei; o resto depende da operadora e do que a empresa demora a reunir.

O caminho tem sempre as mesmas etapas: pedir cotação, receber propostas, escolher uma, preencher a proposta e as declarações de saúde, esperar a análise da operadora, ver o contrato entrar em vigência e só então receber as carteirinhas. O que varia de uma contratação para outra não é a sequência: é quanto tempo cada etapa consome.

Nenhuma norma da ANS fixa prazo para a análise da operadora, e cada uma tem o seu processo. A parte que a empresa controla é a dela: reunir os documentos e colher a assinatura de todo mundo. O prazo de análise de cada operadora, pergunte ao corretor quando a proposta chegar.

Há um intervalo que merece atenção especial, porque nele ninguém está coberto: o que separa o fim de um plano antigo do começo do novo. Enquanto a vigência não inicia, o contrato não responde por nada, nem por urgência. Por isso a saída do plano anterior se marca depois da data de início do novo, nunca antes dela.

As etapas entre o pedido de cotação e o primeiro atendimento
A etapaQuem fazO que decide a duração dela
Pedido de cotaçãoA empresaTer em mãos as pessoas, as cidades, a acomodação e o pagamento por uso
Propostas na mesaAs operadoras que atendem a regiãoA política comercial de cada uma para o tamanho do contrato
Proposta preenchida e declarações assinadasA empresa e cada beneficiárioA velocidade de reunir papel e assinatura de todas as pessoas
Análise e aceitaçãoA operadoraA conferência do vínculo de cada um e do que foi declarado
Início da vigênciaO contratoA data acordada, que é de onde os prazos de carência passam a correr
Carteirinha e primeiro atendimentoA operadoraA emissão do cadastro de cada beneficiário na rede

Lei 9.656/1998, artigo 12, inciso V — os prazos de carência correm do início da vigência do contrato. As demais etapas dependem do processo de cada operadora.

Começar o pedido de proposta agora

A carência começa na vigência do plano, não no dia em que a empresa assina

Escolher o mês de início é escolher o mês em que cada cobertura abre.

A Lei 9.656/1998 fixa os prazos máximos de carência e diz de onde eles correm: do início da vigência do contrato. Assinar a proposta em um mês e combinar a vigência para o seguinte adia todo o calendário junto, inclusive aquilo que a equipe mais precisa usar.

Por isso faça a conta ao contrário. Se há gestante na equipe, o teto para parto a termo é de 300 dias: a vigência precisa começar quase um ano antes da data prevista para que o parto esteja coberto. Para os demais casos o teto é de 180 dias, e para urgência e emergência é de 24 horas. Cada operadora pratica prazos dentro desses limites, e alguns são menores.

Quem já tem plano tem um segundo relógio para acertar. Entre o cancelamento do contrato antigo e o início do novo não existe cobertura nenhuma, e a portabilidade de carências, que evita recomeçar os prazos, tem regra própria na RN 438/2018 da ANS e se pede antes da saída, não depois dela.

Lei 9.656/1998, artigo 12, inciso V; RN 438/2018 da ANS, sobre portabilidade de carências.

Receber a proposta com a carência de cada operadora

O que decidir antes de pedir cotação de plano de saúde para a empresa

Uma resposta para cada item, e o pedido de proposta já sai completo.

A lista abaixo cabe numa folha. Ela não pede nada técnico: pede informação que só quem conhece a empresa tem, e é justamente por isso que nenhuma operadora consegue adivinhar as respostas.

Com as oito respostas em mãos, a empresa entrega o caso inteiro de uma vez, e a proposta que volta já é sobre o que ela pediu.

  • Quantas pessoas entram, e quem é cada umaTitular, sócio, empregado registrado, familiar. O vínculo decide o documento que vai ser pedido para cada uma.
  • Onde essas pessoas moram e trabalhamA região que o plano cobre se decide pela cidade de cada beneficiário, não pelo endereço da sede da empresa.
  • Enfermaria ou apartamentoMuda o valor de cada pessoa e muda a lista de hospitais que aceitam o contrato.
  • Pagar mensalidade cheia ou pagar por usoA coparticipação baixa o valor fixo e devolve parte do custo no extrato de quem usou.
  • Quem paga o quê dentro da empresaSe a empresa custeia tudo, divide com o beneficiário ou cobre apenas o titular.
  • A partir de que mês o plano precisa estar valendoÉ a data de início da vigência, e é dela que os prazos de carência começam a correr.
  • Quem da equipe já tem plano hojeQuem já é beneficiário pode ter direito à portabilidade de carências, que tem regra própria e se pede antes de sair do plano atual.
  • Quem fala pela empresa com o corretorUma pessoa só, com os documentos à mão, evita a proposta refeita a cada nova informação.

RN 438/2018 da ANS, sobre portabilidade de carências; RN 557/2022 da ANS, artigo 5º, sobre o vínculo de cada beneficiário com a empresa contratante.

Enviar essas respostas e receber a proposta

O que a empresa precisa ter pronto, conforme quem vai entrar no plano de saúde

A exigência muda com a forma jurídica da empresa e com o tamanho do contrato.

O que cada forma de empresa apresenta para contratar o plano
Empresário individual ou MEISociedade com empregadosContrato a partir de 30 pessoas
O que prova a existência da empresaRequerimento de empresário ou certificado da condição de MEIContrato social registrado na Junta ComercialContrato social registrado na Junta Comercial
Tempo mínimo de CNPJ na normaSeis meses de inscrição e regularidade na Receita FederalA norma não fixa prazo de existência para sociedadeA norma não fixa prazo de existência para sociedade
O que prova o vínculo de cada pessoaO próprio ato de constituição e o documento de parentescoRegistro em carteira, folha de pagamento e contrato socialRegistro em carteira e folha de pagamento
Declaração de saúdeUma por pessoa incluídaUma por pessoa incluídaUma por pessoa incluída
Carência na entradaPode ser exigida, nos prazos da leiPode ser exigida, nos prazos da leiNão pode ser exigida, pela RN 557/2022

Os seis meses vêm do artigo 9º da RN 557/2022 e valem só para o empresário individual; para a sociedade a mesma norma não fixa prazo mínimo de existência. A dispensa de carência do artigo 6º vale nos contratos com 30 beneficiários ou mais e ainda exige que o pedido de ingresso seja formalizado em até 30 dias da celebração.

Erros que atrasam ou encarecem o plano de saúde da empresa

  • Pedir cotação sem ter decidido nadaCada operadora preenche sozinha o que a empresa não disse, e voltam propostas com regiões e acomodações diferentes. Não há como comparar o que não foi pedido igual.
  • Escolher a região do plano pelo endereço da sedeO plano precisa ter hospital na cidade de cada beneficiário. Quem mora fora da região contratada só tem garantido, pela Lei 9.656/1998 (artigo 12, inciso VI), o reembolso da urgência e da emergência em que a rede não pôde ser usada, no limite do contrato.
  • Deixar a declaração de saúde para a vésperaEla é individual e depende da resposta de cada pessoa, e é a etapa em que a pressa pode custar a cobertura.
  • Cancelar o plano antigo antes de a vigência começarEntre um contrato e outro ninguém está coberto, nem em urgência. A saída do plano anterior se marca depois da data de início do novo.
  • Aceitar a proposta sem a tabela por faixa etária escritaO contrato tem de indicar as faixas e o critério de reajuste (Lei 9.656/1998). Com menos de 30 pessoas, o reajuste é um percentual único para o grupo (RN 565/2022); em qualquer coletivo, nenhum aumento vem antes de 12 meses, fora a mudança de faixa (artigo 24).

Pedir a proposta com as decisões já tomadas

Por que contratar por aqui o plano de saúde da empresa

Na empresa, a proposta só serve se vier pedida do jeito que ela decidiu. Diga quantas pessoas entram, onde moram e a acomodação: o corretor busca as operadoras que atendem empresas desse tamanho na sua região, e a proposta traz o valor por pessoa, a carência e os hospitais de cada plano.

Contagem da base da ANS

Quantos planos sobram em cada escolha de região, acomodação e pagamento por uso sai da base de produtos da ANS.

As decisões antes do preço

Com região, acomodação e pagamento por uso decididos antes, as propostas passam a medir a mesma coisa.

Um corretor para a empresa

Uma pessoa registrada para intermediar contrato de plano de saúde acompanha a empresa do pedido à assinatura.

Documentos depois da escolha

Para pedir a proposta bastam o número de pessoas, as idades e as cidades; os papéis entram depois.

Perguntas frequentes sobre contratar plano de saúde para empresas

Quem vai contratar pela primeira vez pergunta isto, do primeiro documento ao primeiro atendimento.

Como contratar plano de saúde para a minha empresa?

Reunindo o que prova a empresa e o que prova o vínculo de cada pessoa, e decidindo antes quatro coisas: quantas pessoas entram, que região do plano alcança as cidades onde elas moram, se a internação será em enfermaria ou apartamento e se a empresa aceita pagar por uso. Com isso decidido, as propostas que voltam podem ser postas lado a lado.

Quais documentos a operadora pede para contratar plano de saúde empresarial?

O cartão CNPJ, o ato que constitui a empresa (contrato social, requerimento de empresário ou o certificado da condição de MEI), a relação de beneficiários com dados e grau de parentesco, o comprovante do vínculo de cada pessoa e a declaração de saúde assinada individualmente. A relação exata varia de operadora para operadora: peça ao corretor a lista da que você escolher antes de reunir.

Abri a empresa agora. Já consigo contratar plano de saúde?

Depende da forma jurídica. Para o empresário individual, a RN 557/2022 exige inscrição e regularidade na Receita Federal por um período mínimo de seis meses. Para a sociedade, a mesma norma não fixa prazo de existência — mas há operadora que adota um prazo por conta própria, e isso é critério comercial, não norma. Diga no formulário se a empresa já tem CNPJ e peça uma proposta que leve isso em conta.

A empresa precisa de um número mínimo de pessoas para contratar o plano?

Nenhuma norma da ANS fixa um mínimo. Cada operadora define o seu, como regra comercial, e o número pode mudar conforme a cidade. O que a norma exige é que cada pessoa incluída tenha vínculo com a empresa contratante. Diga quantas pessoas entram e peça a proposta com as operadoras que atendem esse número.

O que é a declaração de saúde e quem assina?

É o formulário em que a pessoa informa as doenças e lesões que já sabe ter no dia da assinatura. Cada beneficiário assina a sua, inclusive os dependentes; pela criança assina quem responde por ela. A empresa reúne os formulários, mas não preenche nem responde pelo conteúdo de nenhum deles.

Preciso declarar doença que já tenho para entrar no plano da empresa?

Precisa, e é do seu interesse. A operadora não pode recusar a entrada de quem declarou, e a Lei 9.656/1998 coloca nela o ônus de provar que você já conhecia a doença ao assinar. Quem declara fica protegido por esse ônus; quem omite entrega à operadora o argumento de que houve omissão para contratar.

Quanto tempo demora para o plano da empresa começar a valer?

Depende da operadora: a ANS não fixa prazo para a análise, e cada uma tem o seu processo. O que a empresa encurta é a parte dela, que é reunir os documentos e colher as declarações de saúde de todo mundo. Faça o pedido de proposta e pergunte ao corretor o prazo de cada operadora.

O que é abrangência e como escolher a do plano da empresa?

Abrangência é a área geográfica em que o plano atende: municipal, grupo de municípios, estadual, grupo de estados ou nacional. Escolhe-se pelas cidades onde as pessoas da equipe moram e trabalham, não pelo endereço da sede. Na base da ANS, 8.009 planos empresariais ativos são de grupo de municípios e 4.060 são nacionais.

Enfermaria ou apartamento: o que muda no plano da empresa?

Muda o valor de cada pessoa e muda a lista de hospitais que aceita o contrato. Na base de produtos da ANS a oferta empresarial está quase partida ao meio: 7.611 planos ativos em acomodação individual e 7.281 em coletiva. Como a escolha vale para o contrato inteiro, ela precisa estar definida antes da cotação.

Como saber se a empresa deve escolher plano com coparticipação?

Comparando a mesma cobertura nas duas formas, com uma estimativa de uso das pessoas incluídas. A coparticipação baixa a mensalidade fixa e devolve parte do custo no extrato de quem usou; em grupo pequeno, poucas consultas já aparecem. Ela domina a oferta: são 11.208 planos empresariais ativos com algum fator moderador contra 4.382 sem nenhum. Desses 11.208, 11.122 preveem coparticipação — sozinha ou somada a franquia — e 86 têm só franquia. Peça ao corretor o preço das duas formas quando solicitar a sua proposta.

Dá para incluir a família dos empregados no plano da empresa?

Dá, se o contrato da empresa com a operadora previr o grupo familiar. Nesse caso, pela RN 557/2022, podem entrar cônjuge ou companheiro, parentes de sangue até o terceiro grau e parentes por afinidade até o segundo, sempre junto com o empregado que é o titular.

Dá para pedir cotação sem ter todos os documentos em mãos?

Dá. Para a cotação bastam o número de pessoas, as idades, as cidades e as escolhas de região, acomodação e pagamento por uso. Os documentos entram depois, quando a empresa escolhe uma proposta e vai preencher a contratação. Comece pelo formulário, com o número de pessoas e as idades.

Vocês são uma operadora de plano de saúde?

Não. Atuamos na intermediação: um corretor habilitado monta a sua proposta com planos de operadoras registradas na ANS. Você não paga nada ao corretor: quem remunera a corretagem é a operadora do plano que você escolher.

Peça a proposta de plano de saúde da sua empresa

Diga quantas pessoas entram e onde elas moram. O corretor manda no WhatsApp as operadoras que atendem empresas desse tamanho na sua região, com a carência de cada uma; enfermaria ou apartamento, você escolhe com ele.

Quero a proposta da minha empresa Falar com um corretor
WhatsApp
WhatsApp