
COMO SE PAGA · SEM COPARTICIPAÇÃO
Plano de saúde sem coparticipação
Sem coparticipação, a mensalidade é tudo o que você paga para usar a rede. Dos 23.434 planos ativos no país, 6.602 não cobram pelo uso, e só 563 dos 2.411 individuais.
Aqui você vê quantos ainda existem, o que se paga e como confirmar. Assim você chega na proposta sabendo o que perguntar.
- 6.602 planos sem cobrança por uso
- 28,2% dos planos ativos no país
- No individual, 563 de 2.411
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS, conforme a Lei 9.656/1998.
23,4% é a fatia dos planos individuais ou familiares que não cobram nada pelo uso — 563 de 2.411 ativos na base da ANS
- Unimed
- Hapvida
- NotreDame Intermédica
- SulAmérica
- Bradesco Saúde
- Porto Seguro
- Amil
- Alice
O que muda num plano de saúde sem coparticipação, e quantos existem
Num plano sem coparticipação a mensalidade é a conta inteira: marcar consulta, fazer exame ou se internar não gera cobrança nova. O registro da ANS chama essa cobrança por uso de fator moderador, e guarda a resposta plano por plano — é por isso que dá para contar quantos planos não cobram nada. São 6.602 entre os 23.434 ativos no país, 28,2% da oferta. Essa fatia muda com a forma de contratar, e a menor é a de quem contrata sozinho: quem tem CNPJ ou entra por uma entidade de classe encontra mais planos sem cobrança por uso.
- 6.602planos ativos não cobram nada pelo uso, de 23.434 no país
- 28,2%é a fatia sem cobrança por uso em toda a oferta do país
- 563planos individuais ou familiares sem cobrança por uso, de 2.411
- 452operadoras têm ao menos um plano sem cobrança por uso
- Você conta quem entra no plano e a idade de cada pessoaQuantas pessoas entram e a idade de cada uma decidem quanto a cobrança por uso pesaria no ano.
- O corretor separa os planos que não cobram nada pelo usoSão 28,2% dos planos do país. Se você quiser pôr as duas contas lado a lado, ele inclui também os que cobram.
- Você recebe a proposta no WhatsAppCada plano chega com a mensalidade de cada pessoa da casa, a carência e os hospitais mais perto de casa.
Sem compromisso: peça a sua proposta agora e decida com calma.

O que é um plano de saúde sem coparticipação
É o plano em que a mensalidade cobre o uso: nada é cobrado a mais por consulta, exame ou internação.
Coparticipação é a parte de cada atendimento que fica por conta de quem usa o plano — um valor ou um percentual cobrado quando você consulta, faz um exame ou é internado. Num plano sem coparticipação essa cobrança não existe, e a mensalidade passa a ser a conta inteira do mês.
A base de produtos da ANS registra, para cada plano, o que ela chama de fator moderador: o nome técnico da cobrança por uso. São quatro respostas possíveis, e uma delas é a ausência de qualquer cobrança desse tipo. É essa que corresponde ao plano sem coparticipação, e ela só vale quando o contrato também não traz franquia — o outro mecanismo admitido, a parte da despesa que fica com quem usa até o plano começar a pagar.
Vale separar as palavras, porque o anúncio usa uma pela outra: sem coparticipação nem sempre quer dizer sem cobrança nenhuma pelo uso. Existe contrato sem coparticipação e com franquia, e nele você continua pagando por atendimento. Ao pedir a proposta, diga ao corretor que não quer nenhum dos dois.
Base de produtos da ANS, campo de fator moderador; Resolução CONSU 8/1998, que dispõe sobre mecanismos de regulação nos planos privados de assistência à saúde.
Quantos planos de saúde sem coparticipação existem, e para quem
São 6.602 em todo o país, mas eles não se repartem igualmente entre as três formas de contratar.
A base de produtos da ANS lista cada plano registrado no país com a situação, o tipo de contratação e o fator moderador. Contando os planos ativos, fora os exclusivamente odontológicos, 6.602 dos 23.434 não cobram nada pelo uso: 28,2% da oferta do país, em 452 operadoras.
A forma de contratar muda a escolha. Quem contrata pela empresa encontra 4.382 planos sem cobrança por uso, ou 28,1% dos 15.590 coletivos empresariais. Quem entra por entidade de classe encontra 1.657, ou 30,5% dos 5.433 planos por adesão. Quem contrata sozinho encontra 563, ou 23,4% dos 2.411 individuais ou familiares.
Dito ao contrário, 1.848 dos 2.411 planos individuais ou familiares cobram alguma coisa a cada uso, seja coparticipação, seja franquia, sejam as duas juntas. Quem paga o plano do próprio bolso tem a menor escolha sem cobrança por uso, e a mensalidade não mostra isso: é questão de quantos planos existem, não de preço. Quem tem CNPJ pode buscar também entre os 4.382 empresariais.
| Como se contrata | Sem cobrança por uso | Fatia nessa forma | Planos ativos nessa forma |
|---|---|---|---|
| Coletivo empresarial | 4.382 | 28,1% | 15.590 |
| Coletivo por adesão | 1.657 | 30,5% | 5.433 |
| Individual ou familiar | 563 | 23,4% | 2.411 |
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 30 de setembro de 2026. Considera planos com situação ativa, exceto os exclusivamente odontológicos. A fatia de cada forma de contratar é a divisão das duas colunas ao lado.
O que se paga por um plano de saúde sem coparticipação
A mensalidade fixa tende a ser maior, e o ponto em que a conta fecha muda de casa para casa.
Tirar a cobrança por uso não deixa o plano mais barato: desloca o custo. O que não é cobrado a cada consulta tende a entrar no valor fixo do mês, e por isso um plano sem cobrança por uso tende a ter mensalidade maior do que o plano equivalente que cobra por atendimento.
Não existe um número de consultas que valha para toda casa: o ponto em que um modelo passa o outro depende do preço de cada plano para as idades de quem entra e do valor de cada coparticipação, que você pede ao corretor por escrito. Peça as duas opções, a que cobra por uso e a que não cobra: olhar só um modelo esconde justamente a escolha que interessa.
Antes de pedir, olhe para o último ano da casa. Quatro pontos mostram se a cobrança por uso pesaria, e nenhum deles depende de preço:
- Consultas e exames do último anoSome os atendimentos de todo mundo que vai entrar no contrato, não só os seus.
- Tratamento em cursoFisioterapia, psicoterapia e acompanhamento periódico pesam muito mais que uma consulta avulsa.
- Criança pequena ou gravidez em vistaAcompanhamento de bebê e pré-natal concentram muitas consultas em pouco tempo.
- Quem mora na casaUma pessoa sozinha usa o plano de um jeito; uma casa com quatro pessoas usa de outro.
O reajuste pesa sobre tudo no plano sem coparticipação
Sem cobrança por uso, a mensalidade é a conta inteira — e é ela que o reajuste alcança.
Duas datas mexem no valor de um plano ao longo do tempo, e as duas correm sozinhas. A primeira é o mês de aniversário do contrato, quando entra o reajuste anual. A segunda é o aniversário de quem está no plano: a RN 563/2022 da ANS mantém as dez faixas etárias, e a última delas começa aos 59 anos.
Num plano com cobrança por uso, uma parte do que se gasta no ano depende de quantas vezes cada pessoa procurou médico. Num plano sem cobrança por uso essa parte não existe: tudo o que sai do bolso está na mensalidade, e é sobre ela que o índice anual e a virada de faixa incidem.
Onde existe teto, ele ajuda. Nos planos individuais e familiares a ANS publica todo ano um limite de reajuste que nenhuma operadora pode passar, e é entre os individuais que estão os 563 planos sem cobrança por uso desse tipo. Nos coletivos, inclusive nos 4.382 empresariais, esse limite não existe: com menos de 30 pessoas, a operadora aplica um percentual único a todo o agrupamento de contratos (RN 565/2022, art. 37); a partir de 30, o índice sai da negociação.
RN 563/2022 da ANS, que fixa as dez faixas etárias e os limites de variação do valor por idade; índice máximo de reajuste dos planos individuais e familiares, publicado todo ano pela ANS; RN 565/2022, art. 37, sobre o percentual único dos coletivos com menos de 30 pessoas.
Como confirmar que o plano é mesmo sem coparticipação
O fator moderador fica registrado na ANS plano por plano, e dá para conferir antes de assinar.
Cada plano vendido no país tem um número de registro na ANS, e é nesse registro que ficam as características dele: o tipo de contratação, o que ele cobre, a região que atende e qual é o fator moderador. Peça ao corretor o número de registro de cada plano: é o caminho mais curto do nome comercial ao que está registrado.
No contrato, três perguntas dão a resposta completa: há coparticipação em algum tipo de atendimento? Há franquia? A ausência de cobrança vale para todos os eventos cobertos ou só para parte deles? Plano registrado sem fator moderador não deve trazer cobrança por uso em nenhuma dessas formas, e divergência entre o registro e o contrato é motivo para perguntar de novo.
Se o plano cobrar por uso, o contrato precisa dizer sobre quais eventos a cobrança incide e quanto ela é. Enquanto isso não estiver escrito, peça a resposta ao corretor antes de assinar.
ANS, base de produtos da saúde suplementar: cada produto registrado traz o tipo de contratação, a segmentação, a abrangência e o fator moderador.
Plano sem coparticipação não é plano com livre escolha de médico
Entre os 6.602 sem cobrança por uso, 5.074 não dão liberdade nenhuma para escolher o prestador.
Livre escolha de prestador é o que permite consultar fora da rede credenciada e pedir reembolso depois. No registro da ANS ela é um campo separado do fator moderador, e um atributo não acompanha o outro: pagar mensalidade fixa não compra, por si, o direito de escolher médico fora da rede.
Cruzando os dois campos, a diferença aparece. Dos 6.602 planos sem cobrança por uso, 5.074 não têm livre escolha nenhuma. Outros 1.040 têm livre escolha parcial com internação, 460 têm parcial sem internação e apenas 28 têm livre escolha total.
Na prática são decisões diferentes, e cada uma aparece num campo diferente do registro. Quem quer a mensalidade fechada procura o plano sem fator moderador; quem quer escolher o médico fora da rede procura o que tem livre escolha; e quem quer as duas coisas juntas procura entre os 28 planos que reúnem as duas no país inteiro. Diga ao corretor qual das duas pesa mais para você.
ANS, base de produtos da saúde suplementar, cruzamento dos campos de fator moderador e de livre escolha de prestador, apurado em 30 de setembro de 2026.
Quase toda a oferta sem coparticipação é de plano completo
Dos 6.602 planos sem cobrança por uso, 5.966 cobrem consulta, exame e internação no mesmo contrato.
A segmentação é o que o plano cobre. A maior parte da oferta sem cobrança por uso é ambulatorial e hospitalar ao mesmo tempo, o que o mercado chama de plano completo: consulta, exame, terapia, pronto-socorro e internação num contrato só. São 5.966 dos 6.602, ou 90,4% dessa oferta.
O resto é pequeno e convém saber que existe. Há 400 planos sem cobrança por uso que cobrem apenas a parte ambulatorial — consulta, exame e terapia, sem internação — e 236 que cobrem apenas a parte hospitalar, com internação e sem as consultas de rotina.
Isso importa porque a cobrança por uso pesa mais onde o uso é frequente: consulta e exame se repetem ao longo do ano, internação não. Quem escolhe um contrato só hospitalar para fugir da cobrança fica sem a cobertura que mais usaria.
ANS, base de produtos da saúde suplementar, repartição por segmentação assistencial dos planos sem fator moderador, apurada em 30 de setembro de 2026.
Que região cobrem os planos de saúde sem coparticipação
Quase metade dos planos sem cobrança por uso só vale num grupo de cidades: conte ao corretor onde você mora e onde trabalha.
| Região que o plano cobre | Sem cobrança por uso | Fatia dos 6.602 | Planos ativos com essa região |
|---|---|---|---|
| Grupo de municípios | 3.250 | 49,2% | 12.683 |
| Nacional | 1.936 | 29,3% | 5.114 |
| Municipal | 706 | 10,7% | 3.072 |
| Estadual | 426 | 6,5% | 1.895 |
| Grupo de estados | 284 | 4,3% | 670 |
ANS, base de produtos da saúde suplementar, apurada em 30 de setembro de 2026, entre os planos com situação ativa e fora os exclusivamente odontológicos. A região é a que o plano registra na ANS (o campo de abrangência); a última coluna soma todos os planos ativos de cada região, com e sem cobrança por uso, e as cinco linhas somam os 23.434 do país.
Erros de quem procura plano de saúde sem coparticipação
- Tratar sem coparticipação e sem cobrança por uso como sinônimosHá contrato sem coparticipação e com franquia, e nele você continua pagando por atendimento. O registro da ANS separa as duas coisas; peça ao corretor que separe também.
- Comparar só a mensalidade de entradaNum plano sem cobrança por uso o custo está todo no valor do mês; no outro, parte dele aparece a cada atendimento. Comparar as duas ofertas pelo primeiro boleto é comparar metade de cada conta.
- Supor que o plano individual tem a mesma oferta dos outrosSão 563 planos individuais ou familiares sem cobrança por uso, de 2.411 ativos. É a menor fatia das três formas de contratar.
- Achar que mensalidade fixa dá liberdade de escolher médicoDos 6.602 planos sem cobrança por uso, 5.074 não têm livre escolha de prestador nenhuma. São campos separados no registro do plano.
- Assinar sem o número de registro do plano na ANSO fator moderador está registrado plano por plano. Sem o número, você compara nomes comerciais, e o nome não diz se há cobrança por uso. Peça o número ao corretor.
Plano de saúde sem coparticipação: o que o corretor separa para você
Quem quer mensalidade fechada precisa de um plano sem coparticipação e sem franquia, e o anúncio nem sempre separa as duas coisas. O corretor busca os planos da sua cidade que não cobram nada pelo uso e, se você pedir, põe ao lado os que cobram, para você ver as duas contas antes de escolher.
A oferta contada na ANS
Os 6.602 planos sem cobrança por uso, e como se dividem entre empresa, entidade e pessoa física, saem da base de produtos da ANS.
As duas contas à vista
Peça também planos com coparticipação e decida com as duas mensalidades na mão, não só com uma.
Franquia e coparticipação separadas
Uma pessoa habilitada responde no WhatsApp se o plano cobra alguma coisa a cada uso, e de que jeito.
Carência e hospitais por escrito
A proposta traz, plano por plano, os prazos de carência e os hospitais que atendem perto da sua casa.
Perguntas frequentes sobre plano de saúde sem coparticipação
As dúvidas de quem quer mensalidade fechada, com a base da ANS na mão.
Ainda existe plano de saúde sem coparticipação?
Existe. Na base de produtos da ANS, 6.602 dos 23.434 planos ativos no país não têm fator moderador nenhum, o que dá 28,2% da oferta, distribuídos por 452 operadoras. A contagem considera planos com situação ativa e exclui os exclusivamente odontológicos.
Existe plano individual sem coparticipação?
Existe, e é a oferta mais curta das três formas de contratar: 563 dos 2.411 planos individuais ou familiares ativos, ou 23,4% deles. Nos coletivos empresariais a fatia é de 28,1% e nos planos por adesão, de 30,5%.
Plano sem coparticipação é mais caro?
A mensalidade tende a ser maior, porque o que a operadora não cobra a cada atendimento entra no valor fixo do mês. Se o total do ano sai maior ou menor depende de quanto a casa usa o plano e do preço de cada um para as idades de quem entra. Receba a proposta com e sem coparticipação e faça a conta com os valores do seu caso.
Qual é a diferença entre plano com e sem coparticipação?
No plano com coparticipação, além da mensalidade você paga uma parte de cada atendimento, em valor fixo ou em percentual. No plano sem coparticipação, a mensalidade é tudo: consulta, exame e internação cobertos não geram cobrança nova.
Plano sem coparticipação pode ter franquia?
Pode. Na franquia, uma parte da despesa fica com você até o plano começar a pagar, e esse é um mecanismo diferente da coparticipação. O plano que não cobra nada pelo uso é o que não tem nenhum dos dois.
Como a ANS registra o plano sem coparticipação?
No campo de fator moderador, que é o nome técnico da cobrança por uso. Cada plano registrado recebe um de quatro valores possíveis, e o plano sem cobrança por uso é o que recebe o valor de ausência. É uma característica do registro, não uma condição negociada caso a caso.
Como saber se o plano tem coparticipação antes de assinar?
Peça ao corretor o número de registro do plano na ANS e confira no contrato se há coparticipação, se há franquia e sobre quais atendimentos a cobrança incide. Se a resposta for que não há cobrança por uso, peça por escrito e confira o contrato contra ela.
Plano sem coparticipação vale a pena?
Depende do uso. Quem tem tratamento em curso, criança pequena ou consulta frequente ganha com a mensalidade fechada, porque sabe quanto vai gastar. Quem passa o ano quase sem procurar médico paga por uma previsibilidade que usa pouco. Conte ao corretor como a casa usa o plano e peça uma proposta para a sua família.
Plano sem coparticipação dá direito a reembolso?
Não por si. Reembolso de consulta fora da rede depende de livre escolha de prestador, que é outro campo do registro. Dos 6.602 planos sem cobrança por uso, 5.074 não têm livre escolha nenhuma, 1.040 têm livre escolha parcial com internação, 460 têm parcial sem internação e 28 têm livre escolha total. Na urgência e na emergência, se a rede não puder ser usada, todo plano reembolsa dentro do que o contrato prevê (Lei 9.656/1998, art. 12, VI).
O reajuste do plano sem coparticipação pesa mais?
Ele alcança uma parte maior do que você paga, porque num plano sem cobrança por uso toda a despesa está na mensalidade. Nos planos individuais e familiares a ANS publica um teto anual de reajuste. Nos coletivos não há esse teto: abaixo de 30 pessoas, a operadora aplica o mesmo índice a todos os contratos pequenos do agrupamento (RN 565/2022, art. 37), e com 30 ou mais o percentual é negociado.
Plano de empresa pode ser sem coparticipação?
Pode. São 4.382 planos coletivos empresariais sem cobrança por uso, o que dá 28,1% dos 15.590 ativos nessa forma de contratação. É a forma de contratar com mais planos sem fator moderador. Receba planos sem cobrança por uso para o seu CNPJ.
Plano sem coparticipação cobre consulta e internação?
Em 90,4% dos casos, sim: 5.966 dos 6.602 planos sem cobrança por uso são ambulatoriais e hospitalares ao mesmo tempo. Ainda assim existem 400 que cobrem só a parte ambulatorial e 236 que cobrem só a hospitalar, e isso está escrito no registro do plano.
Vocês são uma operadora de plano de saúde?
Não. Atuamos na intermediação: um corretor habilitado monta a sua proposta com planos de operadoras registradas na ANS. Você não paga nada ao corretor: quem remunera a corretagem é a operadora do plano que você escolher.
Receba a proposta de plano de saúde sem coparticipação
No seu WhatsApp chegam os planos que vendem na sua cidade sem cobrar nada a cada consulta, com a mensalidade para as idades da casa, a carência e os hospitais de cada um.